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Criança de dois anos é atingida por tiro disparado por policial em Fortaleza

Vítima foi socorrida e "não corre risco de morte", segundo Secretaria de Segurança. Inquérito foi aberto para apurar o caso

Postado por: Sert News

07/08/2017 às 09h48 atualizado em 07/08/2017 às 09h48

Criança de dois anos é atingida por tiro disparado por policial em Fortaleza
Pneus foram queimados durante protesto no bairro Canindezinho ( FOTO: VC Repórter )

Uma criança de dois anos foi atingida na perna por um policial durante uma ação da Polícia Militar na tarde deste domingo (6), no bairro Canindezinho. "Uma viatura da Polícia Militar foi acionada, nesta tarde (6), para atender uma ocorrência de indivíduos em atitude suspeita, no bairro Canindezinho, em Fortaleza. Durante a ação policial, houve uma reação da população e um dos profissionais de segurança efetuou um disparo de advertência, que resvalou na parede de uma residência, vindo a atingir a perna de uma criança de dois anos", informou, em nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS). 

A própria equipe de profissonais da segurança socorreu a vítima para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para os primeiros atendimentos, de acordo com a pasta. "Em seguida, a criança, que não corre risco de morte, foi encaminhada para o Instituto Dr. José Frota (IJF), no bairro Centro", afirma a SSPDS. 

Os policiais envolvidos na ação se apresentaram na sede do Comando de Policiamento da Capital (CPC), onde foi realizado um termo de apresentação. Em seguida, um inquerito policial militar será aberto para apurar o caso, diz a secretaria. 

Protesto 

Em protesto à ação policial, moradores do bairro realizaram, na tarde deste domingo, uma manifestação na Av. Osório de Paiva. Viaturas do Corpo de Bombeiros foram acionadas para apagar as chamas ateadas em pneus, no meio da via, e equipes do Batalhão de Policia de Choque (BPChoque) também se deslocaram até o ponto da concentração de pessoas."Não há registro de confronto entre as Forças de Seguranca e moradores", de acordo com a Secretaria de Segurança. 

FONTE: Diário do Nordeste

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