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Novo boletim aponta aumento no número de casos confirmados de Chikungunya em Boa Viagem

As informações foram divulgadas nesta sexta-feira (14), no Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde do Estado (Sesa).

Postado por: Sert News

15/07/2017 às 11h41 atualizado em 20/07/2017 às 17h17

Novo boletim aponta aumento no número de casos confirmados de Chikungunya em Boa Viagem
Reprodução / Internet

Boa Viagem. Os moradores deste município do Sertão Central Cearense tem vivido dias difíceis assim como os demais dos outros municípios do estado em relação a doenças arbovirais. 

Um novo Boletim Epidemiológico divulgado nesta sexta feira, (14) pela Secretaria de Saúde do Estado aponta que foram confirmados cerca de 50 casos de pessoas afetadas com a Chokungunya, doença transmitida pelo mosquito Aedes Aegypt.

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Outro relatório havia sido divulgado no último dia, (07) com cerca de 33 casos confirmados, o município é o segundo na região atendido pela 5ª Coordenadoria Regional da Sáude de Canindé, com mais casos, ficando atrás apenas da cidade sede.

Dengue

No relatório, 11 casos foram confirmados e outros 84 notificados, considerando os casos confirmados da doença, a Secretaria de Saúde identificou 10 municípios com altas incidências da doenças: Acopiara, Alto Santo, Brejo Santo, Farias Brito, Iracema, Quixeramobim, Tabuleiro do Norte, Milagres, Fortaleza e Jaguaribara. Oito pessoas morreram em decorrência da dengue.

Zika

Os casos de zika em Boa Viagem são os de menores incidências, apenas 2 foram confirmados e outros 3 notificados.

Região

Canindé, Caridade, Madalena, Itatira e Paramotí são os municípios constados na relação com números inferiores aos já citados nesta edição, o de menor incidência foi Caridade, com apenas 1 caso de Chikungunya e outro de Zika confirmado. 

Ações

A Secretaria de Saúde por meio dos Agentes de Combates as Endemias continua itensificando os trabalhos para evitar a propagação do mosquito Aedes Aegypti, principal transmissor das doenças supra citadas, o Governo do Estado enviou veículos do tipo fumacê que passou por diversas ruas da sede espalhando através da pulverização, inseticidas objetivando matar o mosquito. 

Apesar das ações, vale ressaltar que ovos e larvas em recipientes não são afetadas com a fumaça, cabendo a ação humana para intervir na reprodução, um dos problemas mais enfrentados pelos ACE, a parcela de contribuição popular que é baixa.

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